A nossa história
A Cantiga começou dentro de casa.
Um dia eu resolvi fazer uma música pra uma pessoa da minha família. Não era aniversário redondo, não era formatura. Era só uma vontade de dizer com uma canção o que numa mensagem de texto não caberia.
Quando ela ouviu, chorou nos primeiros segundos. Não pelo arranjo, pela produção, nem pela voz. Chorou porque a letra falava dela: das manias, dos apelidos, da forma como ela cuidava das pessoas sem fazer alarde.
Foi ali que a ficha caiu. Todo mundo tem uma pessoa assim. E quase ninguém tem uma música pra ela. Não porque não mereça, mas porque parece coisa de artista, de estúdio, de gente que sabe compor.
A Cantiga existe pra virar esse jogo. Você conta a história em português normal, do jeito que você contaria pra um amigo, e a gente devolve uma canção pronta. Sertanejo, pagode, forró, MPB, gospel, brasileiro de verdade.
A gente não promete Grammy. Promete que a pessoa que receber vai saber, ouvindo, que aquela música é sobre ela. E que alguém se deu ao trabalho.
Isso, pra gente, é o suficiente.